O que é Resiliência Digital?

4 de agosto de 2023

O mundo vive um contexto disruptivo com tecnologia e conectividade impactando a vida das pessoas e a operação das empresas. Os recursos de ponta – e aqui falamos de diferentes e surpreendentes ferramentas de inteligência artificial, aprendizado de máquina e internet das coisas; apenas para citar alguns exemplos – precisam ser incorporados de forma estratégica e inteligente por negócios de diferentes segmentos e tamanhos.

Inovação e transformação digital são imprescindíveis e inadiáveis em se tratando de agregar inteligência e manter os necessários patamares de competitividade diante da acirrada concorrência. Mas o caminho de fazer dessas ferramentas um impulso em produtividade e eficiência passa, necessariamente, por planejamento e estratégia. E também é indispensável que os gestores priorizem a segurança dos dados, uma vez que o risco de ataques cibernéticos cresce na mesma medida em que a tecnologia avança.

 

 

Por esses e outros motivos, a resiliência digital é um termo que ganha relevância, trazendo a ideia de que a evolução tecnológica exige empresas adaptáveis e prontas a aproveitar os benefícios das políticas de inovação bem aplicadas. Leia o artigo para entender melhor essa ideia e sua prática.

Resiliência digital é pensar estrategicamente

Como um bom ponto de partida, vamos visitar a base conceitual. Quando nos referimos à resiliência, falamos sobre a capacidade em bem realizar processos de adaptação. Seguindo esta lógica, a resiliência digital significa justamente esta capacidade de rápida recuperação ou adaptação às mudanças.

A inovação tecnológica está de fato mudando o comportamento das empresas e a maneira como seus processos são realizados, bem como as dinâmicas de mercado. Novas tecnologias se tornam, cada vez mais, a mola propulsora no mundo dos negócios.

Nesse contexto, a resiliência digital surge fazendo dos recursos de ponta aliados para encontrar boas soluções e reagir de forma adequada aos desafios e imprevistos. Por trás desse conceito, está a estratégia que olha para as novas oportunidades e mantém o foco em aproveitá-las como fator de impulso a uma transformação digital madura, sólida e executada com bom custo-benefício.

Algo que tem a ver com o adequado olhar para o cenário externo, tendo em vista os ciclos  econômicos ou momentos de crise como a recente pandemia de COVID, por exemplo. Isso sem deixar de lado as medidas preventivas contra a vulnerabilidade a que ficam expostas as empresas, por conta do rápido e intenso avanço tecnológico.

Seja para aprimorar processos ou estar pronta para momentos de gestão de crise, as empresas devem contar com ações estratégicas de gestão eficiente, proteção de dados e integração da tecnologia às rotinas e atividades.

Ou seja, a resiliência digital é uma rota imprescindível para superar desafios, estar à frente da transformação digital, promover segurança e, dessa forma, se destacar perante o mercado e a concorrência.

Para não se perder das boas práticas

A partir de compreendermos o quanto a resiliência digital é indispensável para empresas que buscam bom posicionamento, num processo de transformação digital planejado, preciso e que ainda reforça a segurança perante as ameaças de ataques cibernéticos, é hora de falarmos sobre como aplicar esse conceito.

Para que sua equipe desenvolva boas estratégias relacionadas à resiliência digital, alguns passos devem ser seguidos. E sobre eles vamos falar agora!

» Identifique as necessidades
A primeira etapa para construir uma estratégia de resiliência digital é mapear especificidades e demandas. É fundamental que os gestores e especialistas envolvidos nos processos conheçam as dores, forças e fraquezas da empresa, realizem análise de riscos e compreendam onde estão as falhas de segurança. Esse momento é determinante para optar por recursos focados nas reais necessidades corporativas e planejar seu uso com efetivo custo-benefício e resultados.

» Analise o mercado
Além de olhar para dentro do negócio, é fundamental considerar fatores externos. Afinal, como já mencionamos, resiliência tem tudo a ver com adaptabilidade.  O gestor precisa compreender como o mercado está se comportando para identificar elementos para a promoção de vantagem competitiva. Outro ponto importante que deve ser observado é como os parceiros de negócios estão dispostos a compreender os riscos e atuar em conjunto.

» Teste, simule e analise soluções
Fazer testes, criar soluções, identificar gaps e simular cenários de atuação onde as soluções tecnológicas possam ser aplicadas é outro estágio importante. Por meio dessa verificação prática, a criação de estratégias torna-se mais eficaz.

» Promova a união de diferentes áreas
O sucesso no desenvolvimento dos processos de inovação e incorporação de tecnologias depende do engajamento das equipes. Essa sinergia faz toda a diferença. Os projetos devem envolver os times de diferentes áreas, criando um pensamento unificado e que agrega valor às pessoas e setores, repercutindo positivamente no negócio como um todo.

» Crie projetos recorrentes
A inovação não para. Portanto, é importante que os gestores compreendam a necessidade de estar sempre em evolução. Projetos devem estar constantemente em atualização, novas ideias devem surgir a todo tempo e as equipes precisam estar engajadas nas novas estratégias que serão desenvolvidas.

» Conte com um time especializado
E para que essa engrenagem efetivamente funcione, existe um fator inegociável. A modernização da infraestrutura de TI é a principal premissa a ser considerada num plano de resiliência digital.

A adoção de soluções baseadas em nuvem, que conectam processos e colaboradores, bem como uma abordagem multicanal para acompanhar a jornada do cliente, gerando relacionamento valoroso, são bons sinais do quanto a arquitetura online de um negócio precisa ser observada numa estratégia de resiliência. Na mesma linha, também podemos citar o uso de ferramentas que garantam cibersegurança.

Um dos primeiros passos, nesse sentido, é identificar e descartar os tecnicamente chamados “sistemas legados”; aquelas soluções obsoletas que permanecem em uso.  É o caso de infraestruturas de armazenamento associadas a um data center único, vulnerável, pouco flexível e, portanto, de baixa resiliência. Isso torna os usuários suscetíveis a instabilidades e limites em termos de escalabilidade; o que já não cabe nos dias de hoje.

Os modelos distribuídos de processamento e armazenamento de dados reforçam a segurança, além de descentralizar e otimizar o tráfego, aprimorando o desempenho. Isso sem contar o suporte às estruturas híbridas de trabalho, que também são centrais para construir empresas resilientes perante a atual dinâmica do mercado.

 

 

Uma infraestrutura inovadora exige boas soluções para o tratamento de dados e gestão. Por isso, é fundamental que a empresa conte com o auxílio dos provedores de serviços capazes de processar dados em grande quantidade e suportar alta carga de informações. Esse suporte especializado permite usufruir das melhores funcionalidades e soluções para as exigências de cada negócio, sendo o caminho da estratégia que funciona.

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